Prátika engenharia

Os fundadores da Prátika Engenharia viram oportunidade em um setor que cresce no país e ao mesmo tempo gera impacto ambiental e social positivo para comunidades no interior da Amazônia: a energia solar. 

Criada em 2018, a empresa busca reduzir os impactos ambientais da produção de energia elétrica em comunidades indígenas e quilombolas isoladas na Calha Norte do estado do Pará. 

“A ideia foi inusitada. Em fui desligado da empresa em que trabalhava antes, mas já era sócio na Prátika. Um amigo pediu que eu lhe comprasse um sistema de energia solar em Manaus. O vendedor me explicou tudo, mostrou como era uma coisa próspera e em crescimento no país. E logo veio à minha mente que poderia ser uma boa oportunidade levar a energia solar para o Pará. Conheço a região, sou de lá e sei como é a realidade. Nem todo mundo tem acesso à energia, e quem tem é à base de diesel, com gasto muito alto, ” lembra Adriano Pantoja, um dos fundadores da Prátika.

Antes desse episódio, a Prátika trabalhava com refrigeração e serviços elétricos. Adriano conta que convenceu o sócio a mudar a atuação mostrando a boa oportunidade, e então a empresa passou a vender e instalar painéis solares tradicionais para produção de energia nessas comunidades a partir de maio de 2019. 

Mais de 50 kits de geração de energia solar foram vendidos e instalados em menos de um ano. E tudo isso no modelo da divulgação ‘boca a boca’.

A empresa não fabrica os painéis, que são adquiridos de fornecedores na região Sudeste. Para atender às populações locais, o parcelamento do pagamento do produto é frequente e bastante amigável. Os beneficiados têm o retorno do investimento em cerca de 14 meses. 

Adriano visualiza a Prátika como uma grande empresa no futuro, referência em energia solar na região Norte. E enumera as conquistas do dia a dia que a instalação de kits de energia solar levam para a vida das comunidades. 

“Coisas que parecem muito naturais na cidade, como tomar água gelada, não são uma realidade para os ribeirinhos, porque quando tem energia a diesel, por ser cara, o freezer não permanece ligado durante todo o dia. Proporcionar essa qualidade de vida para as comunidades é importante. Temos até uma cliente que, depois de instalar o sistema solar, viu uma oportunidade e passou a vender refrigerante gelado na comunidade. Vamos para áreas remotas. Às vezes levamos dois dias para chegar. Temos consciência de toda essa parte social do nosso projeto. ”

RAIO-X

TECNOLOGIAS VERDES

CIDADANIA

DATA DE FUNDAÇÃO

MAIO DE 2018

CIDADE / ESTADO

MANAUS - AM

NATUREZA NEGÓCIO

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI)

MODELO

B2B

TAMANHO EQUIPE

3 COLABORADORES

PATENTE

NÃO

FASE DO NEGÓCIO

TRAÇÃO

SOBRE A EMPRESA

Venda e instalação acessível de painéis solares tradicionais para produção de energia elétrica em comunidades isoladas da Amazônia como forma de substituição dos geradores de energia movidos a diesel.

O QUE RESOLVE

Energia elétrica para comunidades ribeirinhas e quilombolas. Redução de emissões de gases de efeito estufa ao substituir o uso do diesel por energia solar.

IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS

Melhor qualidade de vida, inclusão social, redução na emissão de CO2.

ODS

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

ENERGIAS RENOVÁVEIS E ACESSÍVEIS

AÇÃO CLIMÁTICA

CIDADES E COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS

PRODUTO/MERCADO
Comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas.

RESULTADOS
Nos três primeiros meses de operação da empresa foi realizada a venda de 30 equipamentos em comunidades quilombolas da região de Oriximiná, PA.

IMPACTO

SINALIZA O PROPÓSITO DO IMPACTO?

ACOMPANHA O IMPACTO?

FOI ACELERADO?

FOI INVESTIDO?

FUNDADORES

GEOVANI CORDEIRO E ADRIANO LIMA

CONTATO